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71 What a Cold Shower Does to Your Body 13
Views : 2115
Date add : 03/16/2023

You already know the purported benefits of ice baths. Studies have shown that they're one of the most effective ways to reduce delayed onset muscle soreness, perceived fatigue, muscle damage, and inflammation after physical exercise compared to active recovery, massage, and compression garments, according to a 2018 meta-analysis of 99 studies looked at the effectiveness of recovery methods.

But let's be real: It's a total chore to fill your tub up with bags of ice-even if there's nowhere else you'd rather sit after an especially sweaty, humid summer workout. What's the next best thing? An ice cold shower seems obvious, but are there any benefits of cold showers?

While it's not quite the same as immersing yourself in icy water (and you won't get the same intended effect), even a few minutes under that cold water can affect how you perform and recover. Here's the deal.

What a Cold Shower Does to Your Body

First thing's first: A cold shower pre-workout could do wonders for you, especially when you're, for example, running in the heat. "You feel better, but your body temperature would also be a little bit lower to start the run," which affects how high it might rise during the run, says Doug Casa, Ph.D., Chief Executive Officer of The Korey Stringer Institute, which provides research on exertional heat stroke prevention. "There's no question that your performance could be better, and that you'll be safer."

But you're more likely to crave that cold water post-workout, when it can provide relief for soreness and inflammation and give almost every system in your body a boost, a recent review of the science in The North American Journal of Medical Sciences found. "Jumping in a cold shower immediately after exercise is a great idea, because the faster you get your body temperature down after activity, the better you're going to recover," Casa says.

That's because when you exercise in the heat, your blood is being shared by the skin, the muscles, and the heart: "the heart to maintain your cardiac output, your muscles so you can do the darn exercise, and your skin so that you can cool yourself," explains Casa. "When you take out one of those factors by using water to cool your skin, your body can send blood back to important areas like your stomach and your intestines, so you can handle hydration and nutrients better. Then your fatigue will be less later on in the day or the next day."

That exposure to cold water also causes vasoconstriction, which is when your blood vessels become more narrow and, along with the heart, need to work harder to continue moving blood flow, says Aaron Drogoszewski, co-owner of ReCOVER studio in New York City and a NASM-certified personal trainer. "This increased demand strengthens the heart and blood vessels, translating to improved circulation longer term," he explains. "Improved circulation benefits overall health, performance, and recovery by helping to deliver key nutrients and energy to muscles and organs while simultaneously removing exercise-related metabolic waste products such as lactic acid more efficiently."

What a Cold Shower Does to Your Brain

What doesn't kill you makes you stronger, right? Well, there's actually a scientific name for that: hormesis, which is basically a biological phenomenon whereby a positive effect results from exposure to low doses of something that is otherwise negative at higher doses. "Low-dose controlled stressors such as oxygen restriction, intermittent fasting, and cold water exposure are all utilized to stimulate the hormetic response," says Drogoszewski. "Hormones and neurotransmitters kick into high gear during these exposures, leading to an increase in physiological and mental resilience."

Taking a cold shower for up to five minutes, two to three times per week, has also been shown to help relieve symptoms of depression, according to research published in the journal Medical Hypotheses. "That cold water exposure helps to decrease cortisol levels and increase the levels of the feel-good neurotransmitter serotonin," says Drogoszewski. Even better: The adrenaline rush you get from immersing yourself in cold water creates a rush of norepinephrine, he adds, which helps to increase energy, focus, and performance outcomes.

Any time you can force yourself to withstand a physically uncomfortable situation (one that doesn't threaten your safety, obviously), it forces you to toughen up. "If you can suck it up and stand in a cold shower, it makes you think, what other uncomfortable situations can you push through?" says Drogoszewski. "Those last reps in your strength workout? The final kick of a marathon?" Developing your mental strength is just as important as building physical strength, and this could be one of the easiest ways to do it.

So How Cold Does It Really Need to Be? 

Everyone's definition of what's cold is different-especially when you're all fired up after a hard workout. "If your body temperature is 103° or 105° after a summer run, standing in 34° water is going to be a horrible experience," says Casa. "Sixty degrees, though, is still really cold-but might feel refreshing." So there's no right answer as to how cold exactly your shower should be. "Generally, the colder the water the better, and the longer you can stand it the better," he adds.

The best practice is to start slow and build up to longer exposures, says Drogoszewski. "The goal is to engage in the practice long-term, so if it's absolutely miserable, the likelihood of sticking with it is pretty slim. I now do five to 10 minutes straight every morning, but I started with 30 seconds of cold at the end of my shower then built up from there."

What you don't want to do is turn the faucet so far to the cold side that you end up shivering-and using more energy-under the spray. "I would not want to induce a shivering response in someone after they just exercised in the heat," says Casa. "You have enough stress your body's dealing with already." And in the dog days of summer? A nice, cold shower might be the actual cooldown your workout needs.

69 Varíola dos macacos: quais os sintomas? Tem cura? Como é a transmissão? 13
Views : 4611
Date add : 07/29/2022
Varíola dos macacos: sintomas, transmissão e mais O que é a varíola dos macacos?

É uma zoonose viral, isto é, uma doença infecciosa que passa de animais para humanos, causada pelo vírus de mesmo nome (varíola dos macacos). Este vírus é membro da família de Orthopoxvirus, a mesma do vírus da varíola, doença já erradicada entre os seres humanos....

Onde surgiu a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos foi identificada pela primeira vez em 1958 entre macacos de laboratório. O primeiro caso em humanos foi notificado em 1970, na República Democrática do Congo, e desde então a doença tem sido detectada em países nas regiões central e ocidental da África, sendo considerada endêmica lá, ou seja, com incidência relativamente constante ao longo dos anos

Somente em 2003 a doença foi registrada fora daquele continente -naquele ano, ocorreu um surto nos Estados Unidos entre pessoas que tinham como animal de estimação cão-da-pradaria (um tipo de roedor) e que haviam tido contato próximo com um grupo de animais importados da África. Não se sabe se os macacos são a espécie onde este vírus surgiu precisamente.

Por que surgiram muitos novos casos da varíola dos macacos?

Uma investigação epidemiológica está em andamento para tentar explicar o motivo do surgimento dos surtos atuais. Existem algumas hipóteses, entre elas: O vírus sofreu uma mutação, o que tornou sua capacidade de transmissão muito mais eficiente; A diminuição na proteção gerada pela vacina contra varíola desde que os programas de vacinação foram suspensos há cerca de 40 anos; Um nicho populacional novo propício para a disseminação

Quais os sintomas da varíola dos macacos?

 A doença começa com febre, fadiga, dor de cabeça, dores musculares, ou seja, sintomas inespecíficos e semelhantes a um resfriado ou gripe. Em geral, de a 1 a 5 dias após o início da febre, aparecem as lesões cutâneas (na pele), que são chamadas de exantema ou rash cutâneo (manchas vermelhas). Essas lesões aparecem inicialmente na face, espalhando para outras partes do corpo....

Elas vêm acompanhadas de prurido (coceira) e aumento dos gânglios cervicais, inguinais e uma erupção formada por pápulas (calombos), que mudam e evoluem para diferentes estágios: vesículas, pústulas, úlcera, lesão madura com casca e lesão sem casca com pele, completando o processo de cicatrização. Vale ressaltar que uma pessoa é contagiosa até que todas as cascas caiam -as casquinhas contêm material viral infeccioso- e que a pele esteja completamente cicatrizada

Os casos atuais têm apresentado alguns elementos atípicos, como a ausência dos sintomas de mal-estar iniciando o quadro clínico, e também a manifestação do exantema que começa na área genital e perianal e pode não se espalhar para outras partes do corpo

Como é a transmissão da varíola dos macacos?

 A varíola dos macacos não se espalha facilmente entre as pessoas -a proximidade é fator necessário para o contágio. Sendo assim, a doença ocorre quando o indivíduo tem contato muito próximo e direto com um animal infectado (acredita-se que os roedores sejam o principal reservatório animal para os humanos) ou com outros indivíduos infectados por meio das secreções das lesões de pele e mucosas ou gotículas do sistema respiratório

A transmissão pode ocorrer também pelo contato com objetos contaminados com fluídos das lesões do paciente infectado -isso inclui contato a pele ou material que teve contato com a pele, por exemplo as toalhas ou lençóis usados por alguém doente

Qual o tempo de incubação do vírus?

 O tempo de incubação -intervalo entre o contato com uma pessoa infectada e o aparecimento do primeiro sintoma- é entre 5 e 21 dias

Como é feito o diagnóstico da varíola dos macacos?

O diagnóstico clínico, baseado em sinais, sintomas e história, pode ser facilmente confundido com outras condições, como catapora ou molusco contagioso

O diagnóstico definitivo requer teste de laboratório específico, o PCR que detecta o vírus nas lesões de pele, mas essa ferramenta não está disponível em laboratórios clínicos, somente em alguns laboratórios de referência fora do Brasil, e, ainda assim, em quantidade limitada

Qual o tratamento para a varíola dos macacos?

 A varíola dos macacos tende a ser leve e, geralmente, os pacientes se recuperam em algumas semanas sem tratamento específico, apenas com repouso, muita hidratação oral, medicações para diminuir o prurido e controle de sintomas como febre ou dor

Existem medicamentos antivirais, como o tecovirimat e o cidofovir, que podem ser usados em pessoas sob risco de complicações, mas que não são facilmente disponíveis comercialmente

A varíola dos macacos tem cura?

 Sim, como na maioria das viroses agudas, o próprio sistema imunológico é capaz de eliminar o vírus e o paciente ficar completamente curado, sem intervenção alguma. No entanto, é essencial controlar e quebrar as cadeias de transmissão por meio da identificação de casos, com orientação de isolamento, a fim de se reduzir o número total de infectados

A vacina da varíola humana protege contra a varíola dos macacos?

 Sim, estudos apontam que a vacinação prévia contra varíola pode ser eficaz contra a varíola de macacos em até 85% -isso ocorre porque ambos os vírus pertencem à mesma família e, portanto, existe um grau de proteção cruzada devido à homologia genética entre eles. Entretanto, como a varíola humana foi erradicada há mais de 40 anos, atualmente não há vacinas disponíveis para o público em geral

Qual a diferença entre a varíola dos macacos e a varíola humana?

 As duas doenças têm sintomas semelhantes, porém a varíola dos macacos parece ser mais leve e menos contagiosa do que a versão humana. A varíola humana foi um flagelo de grandes proporções, com mortalidade em 30% dos casos de infecção -ela foi erradicada em 1980

Varíola dos macacos pode matar?

Pode, mas o risco é baixo. Existem dois grupos distintos do vírus da varíola de macacos circulando no mundo, agrupados com base em suas características genéticas: um predominantemente em países da África Central -com taxa de fatalidade de cerca de 10%-, e outro circulando na África Ocidental, com taxa bem menor, de 1%. A vigilância genômica ainda incipiente mostra que o vírus em circulação fora do continente africano é o menos letal

Complicações podem ocorrer, principalmente infecções bacterianas secundárias da pele ou dos pulmões, que podem evoluir para sepse e morte ou disseminação do vírus para o sistema nervoso central, gerando um quadro de inflamação cerebral grave chamado encefalite, que pode ter sequelas sérias ou levar ao óbito

Além disso, como toda doença viral aguda, a depender do estado imunológico do paciente e das condições e acesso à assistência médica adequada, alguns casos podem levar à morte

Fonte:  Ana Luíza Gibertoni Cruz, médica infectologista da UK Health Security Agency e pesquisadora no Departamento de Saúde Populacional da Universidade de Oxford, na Inglaterra; José David Urbaez Brito, médico infectologista, presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia...

66 Vitiligo 13
Views : 5244
Date add : 01/15/2022

Vitiligo é uma condição crónica caracterizada por áreas de despigmentação da pele.[1] As áreas afetadas tornam-se brancas e geralmente apresentam margens bem delimitadas.[1] Os pelos da pele podem também tornar-se brancos.[1] A condição pode também afetar o interior da boca e do nariz.[2] Geralmente afeta os dois lados do corpo.[1] Em muitos casos, a despigmentação começa em áreas de pele expostas ao sol.[2] A condição é mais evidente em pessoas com pele escura.[2] O vitiligo pode causar estresse psicológico e as pessoas afetadas podem ser alvo de estigma social.[1]

Desconhecem-se as causas exatas da condição.[1] Acredita-se que possa ser uma doença autoimune com origem na ação de fatores ambientais em pessoas com predisposição genética.[1][2] A despigmentação é o resultado da destruição das células que produzem a melanina.[2] Entre os fatores de risco estão antecedentes familiares da doença ou ter outras doenças autoimunes, como hipertiroidismo, alopecia areata e anemia por deficiência de vitamina B12.[2] O vitiligo não é contagioso.[4] A condição pode ser classificada em dois tipos principais: segmentar e não segmentar.[1] A maior parte dos casos são não segmentares, o que significa que afetam ambos os lados do corpo. Nestes casos, a área de pele afetada geralmente vai aumentando com o tempo.[1] Cerca de 10% dos casos são segmentares, o que significa que geralmente envolvem apenas um lado do corpo. Nestes casos, a área de pele afetada geralmente não aumenta.[1] O diagnóstico pode ser confirmado com uma biópsia aos tecidos.[2]

Não existe cura para o vitiligo.[1] Em pessoas de pele clara, geralmente recomenda-se apenas a utilização de protetor solar e maquilhagem.[1] Entre outras opções de tratamento estão a aplicação de pomadas de esteroides ou fototerapia para escurecer as áreas despigmentadas.[2] Em alternativa, podem ser tentadas medidas para clarear as áreas de pele não afetadas, como com hidroquinose.[2] Para pessoas que não melhoram com outras medidas estão disponíveis opções cirúrgicas.[2] A associação de tratamentos geralmente melhora o prognóstico.[3] O aconselhamento psiquiátrico pode ajudar a lidar com o stresse psicológico.[1]

O vitiligo afeta cerca de 1% da população mundial.[3] Em alguns grupos, a incidência da condição pode ser de 2-3%.[5] A condição afeta homens e mulheres em igual proporção.[1] Cerca de metade das pessoas afetadas desenvolve a condição antes dos 20 anos de idade e a maioria antes dos 40.[1] As primeiras descrições de vitiligo datam da Antiguidade.[1]


O vitiligo possui características diferenciadas, e assim possuindo formas distintas, isso se deve por conta do meio que esta doença se comporta, onde que varia em certos indivíduos, principalmente na área afetada.[6] Certos indivíduos possuem maiores áreas dessas manchas e locais diferentes de propagação, por conta deste fator o vitiligo foi dividido em dois tipos, o localizado e generalizado, que por consequência foi subdivido em mais grupos.[6]

Vitiligo localizado

Vitiligo segmentar

Vitiligo segmentar

Fazendo parte do vitiligo localizado, possui manchas que não se destacam tanto, este vitiligo tem características de atacar uma única parte do corpo, geralmente áreas em que são compostas por nervos que saem diretamente da coluna vertebral, conhecidas como dermátomos. Este tipo de vitiligo possui uma maior chance de repigmentação da área afetada, fazendo assim que o tratamento com radiação U.V seja eficaz.

Vitiligo Focal
Vitiligo vulgar

Vitiligo Focal

Faz parte do vitiligo localizado, não possuem divisões distintas, podem ter uma única mancha ou várias em locais espalhados.

Vitiligo misto

Vitiligo Generalizado

Vitiligo Vulgar

Este tipo de vitiligo possui manchas simétricas que agem nos dois lados do corpo, são distribuídas mais comumente nas mãos, pés, olhos, genitais e nariz. É considerado o tipo mais comum de vitiligo e faz parte do vitiligo generalizado.

Vitiligo Acrofacial

Esta subdivisão é caracterizada pelo aparecimento de manchas no pescoço, rosto, pernas, mucosas e regiões salientes das mãos. Faz parte do vitiligo generalizado.

Vitiligo Misto

Caracterizado pela predominância dos dois tipos de vitiligo, o localizado e o generalizado, que por consequência possuem características das suas devidas subdivisões.


Por se tratar de uma doença cutânea de características obvias, o seu diagnostico clinico acaba se tornando mais um fator que confirmará a doença. Biópsia se torna um teste de verificação quando necessário e neste mesmo mostrará se há a falta de células responsáveis pela produção de melanina.


Mão com Vitiligo

Existem inúmeras opções terapêuticas para o vitiligo, a saber: corticosteroides, imunomoduladores, helioterapia, PUVA e enxertos cirúrgicos. Esteroides têm sido usados para remover as manchas brancas, porém não são muito eficientes. Outro tratamento mais radical é tratar quimicamente para remover todo o pigmento da pessoa para que a pele fique mais uniforme.

As terapias psicológicas também têm mostrado bons resultados, uma vez que há uma ligação intrínseca entre estresse e a saúde da pele.[7]


A princípio, o vitiligo é um distúrbio crônico. Existem vários tipos clínicos de vitiligo, cada qual com prognóstico próprio. Porém, dependendo do seu tipo clínico, pode haver regressão espontânea ou a partir de tratamento médico. O vitiligo pode permanecer focal indefinidamente ou se generalizar.


64 Remédios recomendados para a hérnia 13
Views : 7624
Date add : 08/06/2021

Remédios recomendados para a hérnia

Tratamento de hérnia geralmente envolve cirurgia, especialmente se eles são grandes e dolorosos. A cirurgia ajuda a tornar a parede abdominal fraca mais segura e fecha buracos existentes com remendos de tecido.

Para hérnias umbilicais, os médicos geralmente recomendam esperar até que a criança tenha cinco anos de idade. Em alguns casos, quando o saco de abaulamento fica estrangulado e o suprimento de sangue é cortado, é necessária uma cirurgia de emergência.

Se a atenção médica imediata não for recebida, a área protuberante pode perder completamente o suprimento de sangue e morrer.

É aconselhável consultar um médico se notar algum sintoma de hérnia. Remédios naturais podem oferecer algum alívio dos sintomas da hérnia, mas eles não serão suficientes como uma alternativa ao tratamento médico convencional.

Além disso, tenha em mente que a maioria dos remédios caseiros não está sujeita a testes rigorosos e os resultados podem variar muito, com alguns até mesmo representando um risco para a saúde. Sempre consulte seu médico antes de tentar qualquer tratamento em casa.

  • O alcaçuz erva tem sido usado como um remédio de cura para várias doenças, como problemas respiratórios e dor de garganta. Raiz de alcaçuz também pode incentivar a cicatrização de áreas danificadas no revestimento do estômago e esôfago causado por uma hérnia. Isso ajudará a aliviar a queimação e a dor no peito e na garganta. É importante consultar o seu médico antes de usar alcaçuz ou outras ervas para tratamento de hérnia.
  • Raiz de gengibre é conhecido por ajudar na proteção do esôfago e estômago de danos devido ao acúmulo de ácidos gástricos e bile. Mas tenha em mente que, em alguns casos, a raiz de gengibre pode levar a um desconforto estomacal.
  • Hérnias na região abdominal podem levar ao refluxo ácido. A erva camomila ajuda a aliviar o revestimento do trato digestivo e reduz a produção de ácidos estomacais. Também ajuda a aliviar o revestimento esofágico. Algumas pessoas podem sentir náuseas após o uso de camomila.
  • A raiz de marshmallow tem muitos benefícios para a saúde, como melhor digestão e diminuição da produção de ácidos digestivos. Pode assim ajudar a aliviar os sintomas relacionados com a hérnia. No entanto, em casos raros, pode desencadear diarreia.
  • A dor da hérnia pode ser aliviada através da acupuntura. A estimulação de certos pontos de pressão é conhecida por ajudar a reduzir a dor e o desconforto. Tais terapias alternativas podem não ser eficazes na cura do problema, mas podem ajudar a lidar com os sintomas.
  • Envolva-se em exercícios suaves que visam os músculos abdominais centrais. A prática regular de tais exercícios ajuda a eliminar o excesso de peso corporal e, assim, diminui a pressão sobre os músculos abdominais. No entanto, evite qualquer exercício extenuante ou trabalho pesado. É melhor ter uma conversa com seu médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios. Evite exercitar-se imediatamente depois de comer e espere cerca de duas a três horas.
  • O estresse pode agravar doenças estomacais e refluxo ácido. Portanto, é aconselhável gerenciar o estresse de forma eficaz através de várias técnicas, como yoga, exercícios de respiração e meditação.
  • Compressas de gelo são um dos melhores remédios caseiros para hérnia. Eles podem ajudar a aliviar a dor e o inchaço causados ??pela hérnia.
  • Evite aplicar calor ou pressão na área afetada.
  • Evite exercitar com o estômago cheio.
  • Roupas apertadas podem exercer pressão sobre o abdômen e, portanto, é aconselhável usar apenas roupas confortáveis ??e soltas.
  • Mantenha a cabeceira da cama elevada em cerca de 15 cm, pois isso evitará que os ácidos gástricos retornem ao esôfago durante o sono. Use tijolos para elevar a estrutura da cama e evitar o uso de travesseiros, pois eles podem aumentar o estresse no abdômen.
  • Evite comer refeições grandes e opte por refeições menores e frequentes ao longo do dia.
  • Abster-se de deitar ou dobrar logo após comer.
  • Evite consumir álcool.

Dieta para Hérnia

A fim de evitar recorrências, a dieta para a hérnia deve ser rica em proteínas e pobre em gordura.

Uma baixa ingestão de proteína e excesso de consumo de gordura pode fazer com que as paredes abdominais fiquem fracas, aumentando assim o risco de hérnia. Portanto, é aconselhável incluir em sua dieta alimentos ricos em proteínas, como queijo cottage, atum e frango.

Também optar por leite com baixo teor de gordura e produtos lácteos para controlar sua ingestão de gordura. A fibra também é uma adição importante à dieta.

Consumir muitas frutas frescas, como maçãs e peras, pois são ricos em fibras. Nozes, grãos integrais e feijões também são excelentes fontes de fibra. Uma boa ingestão de fibras promoverá melhores evacuações e aliviará a constipação. Isso ajudará a reduzir os sintomas da hérnia.

Sugestões para Hérnia

Aqui estão algumas dicas que ajudam no gerenciamento dos sintomas da hérnia:

  • Mantenha um peso corporal saudável seguindo uma dieta nutritiva e de baixa caloria. Pratique também exercícios regulares, especialmente se você estiver com sobrepeso.
  • Inclua uma abundância de legumes frescos, frutas e grãos integrais em sua dieta. Estes são cheios de nutrientes e também ricos em fibras.
  • Tenha cuidado ao levantar qualquer coisa pesada ou durante o levantamento de peso. Sempre dobre os joelhos em vez da cintura ao levantar objetos pesados.
  • A tosse persistente pode agravar os sintomas da hérnia. Portanto, procure atendimento médico caso sofra de alergias ou de quaisquer outros problemas respiratórios.
  • Fumar pode levar a tosse constante que pode exercer pressão sobre os músculos abdominais. Por isso, é aconselhável parar de fumar.

63 Porque pessoas que tomaram as duas doses da vacina pegam covid e ate morrem ? 13
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Date add : 06/23/2021
O Brasil atingiu, no último sábado (19), a triste marca de 500 mil mortes provocadas pelo coronavírus. Enquanto o número de infectados e óbitos em nosso país volta a subir, vemos que outras nações que estão com a vacinação avançada começam a retomar a "vida normal". Isso ajuda a deixar claro o quanto a vacinação em massa é essencial para conseguirmos controlar a covid-19.... - 

Mesmo assim, alguns ainda têm dúvidas sobre a eficácia e segurança dos imunizantes. Esses indivíduos muitas vezes são influenciados por notícias falsas que circulam nas redes sociais ou até mesmo por "conversas entre vizinhos". Uma questão que tenho recebido bastante é: "Se as vacinas funcionam, por que tem gente adoecendo e até morrendo após tomar a segunda dose?".

Para compreender melhor isso, primeiramente é preciso entender que as vacinas disponíveis atualmente no Brasil que exigem duas doses (CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer) conferem a maior proteção contra a covid-19 cerca de 14 a 20 dias depois da aplicação da segunda dose. Ou seja, se a pessoa "pegou o coronavírus" antes desse tempo, a resposta para a dúvida está aí: ela ainda não estava totalmente imunizada.

"Ah, Gustavo, mas tem gente ficando doente mais de 20 dias após tomar a segunda dose da vacina..." Sim, tem. E a explicação para isso também é simples. Nenhuma vacina protege 100% -e isso vale também para outras vacinas, não só a contra a covid-19. Como já expliquei, as imunizações contra a covid-19 mas, sim, protegem que ela desenvolva casos graves de covid, que exigem hospitalização e causam mortes.

Para quem acha que não precisa se vacinar pois a imunização não protege contra o vírus, vamos falar o português bem claro. A vacina não impede que você pegue o vírus, mas protege você da morte e/ou de um sofrimento absurdo, que pode fazer com que você precise de um tratamento intensivo, na UTI, e de intubação.

Nunca é demais lembrar que a pessoa vacinada pode contrair e transmitir o coronavírus para outras pessoas. Dessa forma, aquela maluquice que o presidente (sem partido) propôs semana passada, para que as pessoas vacinadas ou que já tenham sido infectadas não precisem usar máscara, não merece ter ouvidos, mas sim repúdio.

Por que pessoas vacinadas estão morrendo?

"Ah, Gustavo. Você diz que a vacina evita que a pessoa tenha covid grave e morra, mas eu li que tem gente morrendo mesmo após tomar as duas doses. E agora, doutor, como explicar isso?"

Quando alguém falar isso para você desmerecendo a vacina, a primeira coisa que você deve fazer é desconfiar dessa pessoa, pois alguém que tenta tirar a credibilidade da melhor arma para a prevenção e combate a doenças infecciosas, que é a vacina, não merece a menor atenção. Porém, o problema é que esse tipo de indivíduo causa muitos danos sociais, pois gera medo nas pessoas e prejudica o progresso da vacinação.

Realmente, pessoas podem morrer mesmo após tomar as duas doses de uma vacina. Mas isso não diminui a eficácia e segurança da imunização e precisamos avaliar individualmente o que levou a essa fatalidade. Qual era a idade dessa pessoa que morreu? Ela tinha alguma deficiência imunológica ou doença crônica que aumenta o risco de morte precoce ou de morte por outras patologias? Essa pessoa buscou atendimento médico rapidamente quando a covid-19 começou a se agravar?

Tenha em mente que há muitos, muitos fatores mesmo que precisam ser analisados para compreender por que essa pessoa morreu. Não dá para simplesmente "culpar a vacina". A vacina é a principal arma para nos proteger das formas graves da covid-19, mas não dispensa outros cuidados.

Confie na vacina e tenha em mente que, para sairmos dessa crise sanitária terrível não podemos pensar apenas individualmente. A pandemia é um problema coletivo, combatido por uma vacinação que também precisa ser coletiva. Ou todos se imunizam o quanto antes para controlarmos a covid-19, ou ninguém terá paz tão cedo e essa doença continuará trazendo tristeza para muitas famílias.

Veja mais em

59 Scientists Discover a Major Lasting Benefit of Growing Up Outside the City 13
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Date add : 11/16/2020

Scientists Discover a Major Lasting Benefit of Growing Up Outside the City

"It's only the last few hundred years that we have moved into cities."

The escape of a trip into mountains or a day lying by the beach may feel like an extravagance to city dwellers confined by a traditional work schedule. But exposure to green and blue spaces is far more than just a luxury. For kids, growing up without regular exposure to nature seems to have ripple effects that persist into adulthood, according to research published in International Journal of Environmental Health and Public Health.

Using data from 3,585 people collected across four cities in Europe, scientists from the Barcelona Institute for Global Health (also called IS Global) report a strong relationship between growing up away from the natural world and mental health in adulthood. Overall, they found a strong correlation between low exposure to nature during childhood and higher levels of of nervousness and feelings of depression in adulthood. Co-author Mark Nieuwenhuijsen, Ph.D., director of IS Global's urban planning, environment and health initiative, tells Inverse that the relationship between nature and mental health remained strong, even when he adjusted for confounding factors.

"What we found is that the childhood experience of green space can actually predict mental health in later life," Nieuwenhuijsen says. "The people that reported more exposure to nature actually have better mental health than those that don't even after we adjust for exposure at the time of the interview, when they are adults."

Across people in Barcelona, Spain; Doetinchem, the Netherlands; Kaunas, Lithuania; and Stoke-on-Trent in the UK, the pattern held up, suggesting a deep relationship between nature and mental health that we're only beginning to understand.

Why is Exposure to Nature So Good for Kids (and Adults)?

Though this study doesn't show a causative relationship between nature exposure and adult mental health exist, but first author Wilma Zijlema, Ph.D., explains two ways of interpreting the results in the context of other research in the field.

For one thing, many studies have noted nature's ability to reduce rumination, a risk factor for mental illness. Spending time in nature, Zijlema says, has been linked with increased self-esteem, quality of life, and physical activity as well as lower body mass index. In this sense, nature itself is beneficial.

These findings fold into the "biophilia hypothesis" - the idea that humans intrinsically seek out connections with nature, including exposure to green spaces. An offshoot of this idea is that nature promotes certain developmental changes in the brain, particularly in children, that may not happen when we're removed from it.

Nieuwenhuijsen presented some evidence for this in a 2018 study showing that exposure to green space correlated with structural changes in the brain and greater working memory in 258 schoolchildren in Spain.

"This is just kind of a hypothesis," Nieuwenhuijsen explains. "I think the reason for it is, in general, our brains are still wired for when we were still living in the savannahs and jungles with a lot of nature around us. It's only the last few hundred years that we have moved into cities. Our brains are not really adjusted to that. It creates a kind of stress, and in particular, there's a lot of brain development happening at young ages."

The second way to interpret the results, says Nieuwenhuijsen, is to consider not the benefits of nature exposure but the disadvantages of being away from it. Polluted cities, in particular, seem to extract additional tolls on health and may actually impact cognitive development in children. Air pollution has been linked with delays in cognitive development in kids as well as psychosis in adults.

These negative aspects of being removed from nature highlight the "indirect" way that growing up in a city could have lasting effects. In other words, the way we've designed our cities is inherently harmful.

"There are also indirect benefits for cognitive development of children, including the mitigation of traffic-related air pollution, reduction of noise, and increased levels of physical activity," Zijlema says. "We think that through these pathways nature exposure during childhood could lead to benefits that prolong into adulthood."

How Much Nature Do We Really Need?

Most Americans live either in cities or suburbs. According to a 2018 report from the Pew Research Center, 55 percent of Americans lived in suburban counties and 31 percent lived in urban ones in 2016.

Much as they might like to, most of these people can't spend the majority of their days working from a log cabin in the mountains. But in order to protect themselves against potential mental health issues, says Zijlema, the more regular exposure to nature they can get, the better.

"We cannot really say how much exposure exactly there should be," she says. "Children that have poor residential access to nature could certainly benefit from field trips in nature, but it would probably be better if there's regular exposure at home and school."

Regular exposure to nature could be a byproduct of living outside of the urban environment - say, in a suburb with easy access to a national park or a beach. But in the long term, a more comprehensive way to combat this issue would require re-evaluating the way we design the places where we spend most of our days. There's something to be said for walking through a park on the way to school, or dipping our your toes in a pond at the end of the day.

"We hope that city mayors, urban planners, and architects realize how important urban nature is," says Zijlema, "and that they will ensure that nature is accessible for all children so that they can grow up in a healthy environment that can have long-term benefits for their health."

Abstract: Exposure to natural outdoor environments (NOE) is associated with health benefits; however, evidence on the impact of NOE exposure during childhood on mental health (MH) and vitality in adulthood is scarce. This study was based on questionnaire data collected from 3585 participants, aged 18-75, in the PHENOTYPE project (2013) in four European cities. Mixed models were used to investigate associations between childhood NOE exposure and (i) MH; (ii) vitality (perceived level of energy and fatigue); and (iii) potential mediation by perceived amount, use, satisfaction, importance of NOE, and residential surrounding greenness, using pooled and city-level data. Adults with low levels of childhood NOE exposure had, when compared to adults with high levels of childhood NOE exposure, significantly worse mental health (coef. ?4.13; 95% CI ?5.52, ?2.74). Childhood NOE exposure was not associated with vitality. Low levels of childhood NOE exposure were associated with lower importance of NOE (OR 0.81; 95% CI 0.66, 0.98) in adulthood. The association with perceived amount of NOE differed between cities. We found no evidence for mediation. Childhood NOE exposure might be associated with mental well-being in adulthood. Further studies are needed to confirm these findings and to identify mechanisms underlying long-term benefits of childhood NOE exposure.

Emma Betuel is a writer based in NYC. Previously, she covered health and biology for WBUR's Commonhealth blog and The Borgen Project Magazine. Last year, she spent too much time reading Darwin's notes on pea plants. She recently started questioning the nature of her reality.

57 Treatment Options for Ulcerative Colitis 13
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Date add : 04/11/2020

Treatment Options for Ulcerative Colitis

Medication is one of many options to help treat ulcerative colitis.

Medication, surgery, and alternative therapies are all valid forms of treatment for UC.
Getty Images; Shutterstock;

Your doctor will work with you to develop a treatment plan for your ulcerative colitis. This plan will likely change over time, depending on whether your disease worsens or you go into remission for an extended period.

Treatment options include medication, dietary changes, and surgery if necessary. (1)

The goals of treatment for ulcerative colitis are:

  • Treating acute attacks
  • Inducing remission
  • Prolonging disease remissions ( 2 )

Initially, your doctor will prescribe medication to treat your ulcerative colitis. If drug therapy fails or an emergency develops, your doctor is likely to recommend surgery to remove a portion of your colon or all of it. In most cases, surgery for ulcerative colitis removes the entire colon. This usually means removing the rectum as well. (2)

Drug Therapy for Ulcerative Colitis

Most drugs prescribed to treat ulcerative colitis work by suppressing the inflammation in your colon. This allows the lining of your colon to heal and reduces the severity of symptoms such as diarrhea and abdominal pain. (1)

Typically, your doctor will prescribe one or more of the following drugs:

Aminosalicylates These drugs are used to treat disease flares, and can help prevent future flares when taken as maintenance therapy.

Because they work directly in the digestive system, aminosalicylates have a relatively low risk of negatively affecting other areas of the body.

Corticosteroids Also known simply as steroids, corticosteroids are used to treat active disease.

Because of their higher risk of side effects, steroids are usually reserved for moderate to severe disease, and shouldn't be taken for long periods of time.

Immune System Suppressors These drugs work directly on the immune system to reduce inflammation. They're used to treat disease flares, as well as to prevent future ones when taken for maintenance therapy.

For many people with ulcerative colitis, a combination of immune system suppressors works better than one drug by itself. (3)

Biologics These drugs are used to treat individuals with moderate-to-severe ulcerative colitis. Biologics are lab-made antibodies that target certain proteins in the body to stop them from causing inflammation. (1)

Other types of drugs your doctor may prescribe include:

Antibiotics If you're running a fever, your doctor may prescribe antibiotics to help prevent or treat an infection in your colon.

Antidiarrheal Medication This type of drug should generally be used only to treat severe diarrhea, since it raises the risk of developing toxic colitis, a dangerous complication. (3)

Pain Relievers Your doctor may recommend Tylenol (acetaminophen) for mild pain.

Avoid Advil or Motrin (ibuprofen)Aleve (naproxen), and Voltaren (diclofenac), which can worsen ulcerative colitis symptoms. (2)

Iron Supplements Taking supplemental iron may be necessary if you have chronic intestinal bleeding. However, it's important to have your iron levels tested before taking supplements. Excess iron can be toxic to the liver. (4)

RELATED: Three Ways to Treat Diarrhea

Surgery for Ulcerative Colitis

Ulcerative colitis can often be eliminated through surgery, but this course of treatment shouldn't be taken unless it's medically necessary.

About one-quarter to one-third of people with ulcerative colitis eventually become candidates for surgery, according to the Crohn's and Colitis Foundation. (1)

Surgery may be necessary in the following situations:

  • Disease that doesn't respond to multiple types of drug therapy
  • Severe complications, like toxic colitis, a ruptured colon, or extensive bleeding
  • Abnormal cells, or dysplasia, in the colon, which puts you at high risk for colon cancer (2)

While it's possible you'll only have a portion of your colon removed, surgery for ulcerative colitis usually involves removing the entire colon and rectum.

When your rectum is removed, the surgeon must create an alternative way of moving waste from your body.

For example, a proctocolectomy - removal of your entire colon and rectum - may require an ileostomy.

In this procedure, the surgeon creates a small opening in the abdominal wall and attaches the tip of the lower small intestine, the ileum, to the opening.

Waste exits the body through this opening and must be collected in a pouch or bag. (1)

In an alternative approach - called ileoanal anastomosis - your surgeon may create an internal pouch out of the ileum and connect it to the anus. This allows you to pass stool fairly normally. (1)

Removing just a portion of your colon may be considered if you have limited disease. In most cases, though, this option doesn't go far enough to address the problems that require surgery.

RELATED:  How to Care for a Loved One After Colitis Surgery

Home Remedies for Ulcerative Colitis

A number of lifestyle measures can help control ulcerative colitis symptoms and reduce the stress of living with this chronic condition.

Check with your doctor before trying any of the following approaches to managing your disease:

Eating Small, Frequent Meals Compared with eating three large meals each day, this lowers the likelihood of abdominal discomfort after eating.

Staying Hydrated Drink plenty of fluids every day to keep hydrated, which is especially important during flares. Water is the best option, while alcohol and beverages with caffeine should be avoided, as they stimulate the intestines and can make diarrhea worse. Carbonated drinks should also be limited, as they produce gas. (3)

Probiotics These supplements help fortify the "good" bacteria that's normally present in your intestines. Some research suggests probiotics reduce symptoms of ulcerative colitis.

A systematic review published in 2015 in the journal BioMed Research International found that probiotics can have a positive effect in the maintenance and remission periods of ulcerative colitis. However, other studies have shown no benefit. (4)

More research is needed to determine the effects of probiotics on people with IBD, and it's important to speak with your doctor before starting a probiotic.

Curcumin A component of the spice turmeric, this supplement has an anti-inflammatory effect and some research suggests it may help when taken along with conventional medication. A study published in August 2015 in Clinical Gastroenterology and Hepatology found that patients taking the anti-inflammatory drug mesalamine along with 3,000 milligrams (mg) of curcumin capsules achieved remission faster and recovered more quickly than those taking mesalamine and a placebo. (5)

However, more research is needed to prove curcumin's effectiveness for ulcerative colitis.

Fish Oil These supplements, which contain high levels of omega-3 fatty acids, may help some people reduce symptoms or stay in remission.

The benefits of fish oil are disputed, though, and may be canceled out by certain drugs for ulcerative colitis.

Mind-Body Practices Regularly engaging in meditation, tai chi, or yoga may reduce the stress of living with ulcerative colitis. (6)

RELATED:  How Probiotics Helped Me Manage UC

Alternative Therapies for Ulcerative Colitis

Given the lack of a cure for ulcerative colitis and the difficulty of living with the disease, researchers continue to look for more and better treatments.

Nicotine patches appear to offer short-term symptom relief in some people, for reasons that remain unknown. They may be especially effective if the person used to be a smoker. (7)

Some studies indicate that acupuncture may help relieve symptoms of ulcerative colitis. This ancient Chinese practice can reduce stress and pain, and may be especially helpful in combination with your regular treatment. (3)

Last Updated: 12/17/2019

42 Intestino e depressão Uma questão de limpeza 13
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Date add : 11/02/2016

Talvez você ainda não saiba mas, o principal órgão do nosso corpo que tem a ver com a  nossa saúde tanto física quanto emocional é o intestino. Recentemente o médico americano Michael D. Gershon, da Universidade de Columbia, em Nova York, confirmou que o intestino tem um sistema nervoso autônomo com uma vasta rede de 100 milhões de neurônios e neurotransmissores de montão.

Uma coisa muito interessante é que 90% de toda a serotonina que anda pelo nosso corpo é produzida lá, nos intestinos. Também é nos intestinos que nós produzimos 80% de todo o nosso potencial imunitário, para além do hormônio do crescimento.

Então, uma conclusão direta é: trate bem do seu intestino, mantenha-o trabalhando sem atravancos, alimente-se saudavelmente que você terá saúde tanto emocional quanto física.

"Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e muito açúcar podem interferir no funcionamento do intestino, já que estes fatores modificam o PH intestinal e aceleram o envelhecimento, a falta de vitalidade e podem ainda agravar os quadros de depressão", afirma a psicoterapeuta Adriana Splendore, que também é terapeuta ortomolecular e contou essas coisas em um artigo seu.

Sabendo disso, uma vez mais falamos aqui que você tem mesmo de cuidar de ter uma alimentação rica em água de boa qualidade e fibras orgânicas, que ajudam na limpeza do intestino, fora aportarem com vasta gama de minerais e vitaminas essenciais.

Alimentos que fazem bem ao intestino

Alimentos fundamentais para a saúde do intestino são a  aveia, o inhame, o arroz integral e a linhaça .

E, "para aumentar os níveis cerebrais de serotonina precisamos ingerir alimentos que contenham os minerais Cálcio e Magnésio, os quais estimulam a produção de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina", diz Adriana Splendore.

Ai é que entram as boas fontes de cálcio: requeijão, queijos magros, brócolis e gergelim.

E as fontes de magnésio: tofu, soja, caju, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.

Mantenha seu intestino limpo assim

* Comendo de 8 a 10 porções de frutas por semana  - escolha frutas com fibra, mas não só.
* Grãos integrais 2-3 vezes por semana.
* Alimentos que limpam o cólon e são ricos em fibras e proteínas.
* Comendo menos doces e gorduras.
* Use sementes de linhaça polvilhada em todo lado.
* Fazer atividade física diária é fundamental - caminhe, pelo menos 30 minutos, ou jogue bola, ou dance, ou ande de bicicleta. Escolha o que mais gosta, e faça.
* Beba água, água pura, chá, suco e, de novo...água.


Escrito por Alice Branco
36 Cure-se da dor de garganta sem o uso de antibioticos 13
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Date add : 03/06/2016

A garganta é uma porta de entrada de vírus e bactérias para o nosso organismo.

E, quando a imunidade cai, ela é uma das primeiras partes do corpo a sentir.

É  por isso que a garganta é vítima frequente de dores e irritações, que podem estar associadas a uma gripe, amigdalite, faringite e laringite.

Outro motivo para a dor de garganta é a ação irritante do cigarro e da poluição.

O acompanhamento médico é muito importante.

Mas, antes de usar agressivos antibióticos, tente, logo no início da inflamação, a cura com estas receita caseiras:


O gengibre e o abacaxi tem ótimas propriedades anti-inflamatórias.

Por isso este suco proporciona alívio imediato nas dores e irritações de garganta.

Eis a receita: 1 pedaço de aproximadamente 3 cm de gengibre, 1 xícara de abacaxi, 150 mL se água.

Bata os ingredientes no liquidificador.

Coe e tome o suco na hora.


Mais dois poderosos ingredientes.

Use 200 gramas de mel de boa qualidade (de preferência, orgânico), 2 colheres (sopa) de açafrão-da-terra em pó ou ralado e uma pitada de gengibre em pó/ralado ou de pimenta-do-reino moída na hora.

Misture bem os ingredientes.

Guarde essa mistura num pote de vidro limpo e bem tampado.

Assim que você notar os primeiros sintomas de gripe, virose ou qualquer outra infecção (como as na garganta), consumir o medicamento da seguinte maneira:

Dia 1 - tome uma colher (sopa) a cada hora

Dia 2 - tome meia colher (sopa) a cada 2 horas

Dia 3 - tome meia colher (sopa) três vezes durante o dia


Este chá mistura três potentes medicamentos naturais.

Ele melhora a imunidade e funciona melhor como um preventivo.

Por isso deve ser tomado por toda a temporada de frio.

Para fazer este chá, você vai precisar de meio litro de água, 2 colheres (sopa) de gengibre ralado e meio  limão com casca.

Ferva a água e acrescente o gengibre e o limão.

consuma duas xícaras por dia (o chá deve estar morno).


O gargarejo com água morna e sal, várias vezes por dia, reduz a inflamação na garganta e solta o catarro.

A receita é simples: meia colher (chá) de sal em 1 copo de água.

Se o gosto salgado ficar muito forte para você,  use um pouquinho de mel na mistura.

Nunca engula o líquido.

É essencial cuspi-lo, pois ele está cheio de bactérias.

Hipertensos não devem usar esta receita.


A casca da romã também tem propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes.

Leve ao fogo 3 colheres (sopa) da casca, do caule ou da raiz com 1 copo de água. Quando ferver, abafe e deixe amornar.

Adicione 1 colher (chá) e sal e outra de vinagre e gargareje três vezes ao dia.

Repita o processo até a cura total.


O leite de magnésia neutraliza a acidez típica de regiões inflamadas, por isso ele também atua como anti-inflamatório.

A receita é esta: 1 colher (sopa) de leite de magnésia e 3 colheres (sopa) de água.

Faça o gargarejo com a solução.

Procure deixar escorrer um pouco da solução enquanto faz o gargarejo para atingir a parte irritada da garganta.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

37 Water cure (therapy) 13
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Date add : 03/06/2016
This article is about a form of therapy used in the 18th and 19th century. 

water cure in the therapeutic sense is a course of medical treatment by hydrotherapy.[1]


One form of water therapy, advocated by some  alternative medicine  proponents, is the consumption of a gutful of water upon waking in order to "cleanse the bowel". A litre to a litre-and-a-half is the common amount ingested. This water therapy, also known as Indian, Chinese, or Japanese Water Therapy, is claimed to have a wide range of health benefits, or at least no adverse effects. [2] [3]  Advocates of water therapy claim that application of water therapy at first will cause multiple bowel movements until the body adjusts to the increased amount of fluid. [2]  While ingesting about a litre-and-a-half of water is generally considered harmless, excessive consumption of water can lead to  water intoxication , an urgent and dangerous medical condition. [4]


In the mid-19th century there was a popular revival of the  water cure   in Europe, the United Kingdom, and the United States. [5]   During this time the term   water cure   was used synonymously with   hydropathy , the term by which hydrotherapy was known in the 19th century and early 20th century. [6] [7] [a]   However, the therapeutic use of water precedes this popular revival. Its use has been recorded in ancient   Egyptian ,   Greek   and   Roman   civilizations. [5] [8] [9] [10] [11]

Two seminal publications preceded the populist revival of the 19th century. Firstly, Sir John Floyer, a physician of Lichfield, was struck by the remedial use of certain springs by the neighbouring peasantry, investigated the history of cold bathing and published a book on the subject in 1702.[8] The book ran through six editions within a few years and the translation was largely drawn upon by Dr J. S. Hahn (1696-1773) of Silesia in a work published in 1738.[12]

Secondly, a 1797 publication by Dr James Currie of Liverpool on the use of hot and cold water in the treatment of fever and other illness, with a fourth edition published in 1805, not long before his death.[13] It was also translated into German by Michaelis (1801) andHegewisch (1807). It was highly popular and first placed the subject on a scientific basis. Hahn's writings had meanwhile created much enthusiasm among his countrymen, societies having been everywhere formed to promote the medicinal and dietetic use of water; and in 1804 Professor E.F.C. Oertel of Anspach republished them and quickened the popular movement by unqualified commendation of water drinking as a remedy for all diseases.[14][15]

In the 19th century, a popular revival followed the application of hydrotherapy around 1829, by Vincent Priessnitz, a peasant farmer in Gräfenberg, then part of the Austrian Empire.[5][16] This revival was continued by others such as Captain R. T. Claridge, who introduced hydropathy into England in the early 1840s via writings and lectures, Sir William James Erasmus Wilson (1809-1884), James Manby Gully and Edward Johnson,[disambiguation needed] and Sebastian Kneipp.[7][9][16][17][18]

Other popular forms of water therapy included the sea-water treatment of Richard Russell, the contemporary version of which is thalassotherapy. This however was never known or marketed as water cure in the sense that became synonymous with hydropathy, now hydrotherapy. Rather, Russell's efforts have been credited with playing a role, along with broader social movements, in the populist "sea side mania of the second half of the eighteenth century",[19] which itself was of some significance, with some activities reminiscent of modern-day of modern day spas. Indeed,

in Europe, the application of water in the treatment of fevers and other maladies had, since the seventeenth century, been consistently promoted by a number of medical writers. In the eighteenth century, taking to the waters became a fashionable pastime for the wealthy classes who decamped to resorts around Britain and Europe to cure the ills of over-consumption. In the main, treatment in the heyday of the British spa consisted of sense and sociability: promenading, bathing, and the repetitive quaffing of foul-tasting mineral waters.[20]

The spa movement itself became especially popular during the 19th century when health spas devoted to the "cure" were well-known medical institutions for the upper-class, especially those with lingering or chronic illness.[20] Spas and other therapeutic baths are somewhat synonymous with the term balneotherapy . Many scientific studies into the effectiveness of balneotherapy are said to suffer from methodological flaws, admitting no firm conclusions.[21][22]

Water cure practitioners ranged from qualified doctors to self-taught enthusiasts. For example, a famous water cure in Malvern, Worcestershire was begun in 1842 by Dr James Manby Gully using Malvern water.[23][24] Famous patients of Gully included Charles DarwinCharles DickensThomas CarlyleFlorence NightingaleLord Tennyson and Samuel Wilberforce.[25] Conversely, Henry Wirz, the only Confederate soldier executed in the aftermath of the American Civil War for war crimes, was said to have been a self-taught water-cure specialist. After emigrating to America from Switzerland, he is reported to have worked as a water-cure practitioner throughout New England.


34 Dieta da banana por 12 dias; veja o que aconteceu 13
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Date add : 09/16/2015
Banana é uma fruta extremamente saudável que proporciona inúmeros benefícios para a nossa saúde. 

Com baixo teor de sódio e boa quantidade de potássio, este alimento notável é uma das melhores e mais consumidas frutas ??do mundo. 

Em geral, o consumo de bananas é seguro para todos, inclusive para aqueles que têm doenças cardíacas, câncer e doenças renais.

Os diabéticos, porém, só devem consumi-la depois de autorização médica.

Mas o que nos traz aqui hoje é uma história bem interessante.

Uma mulher canadense chamada Yulia Tarbath comeu durante 12 dias apenas bananas.

Isso é chamado de "monodieta" e é uma excelente desintoxicação, além de uma ótima maneira de perder alguns quilos.

Yulia e seu marido são vegans e eles têm o seu próprio pomar com várias frutas. 

Ela é uma nutricionista e ele um treinador motivacional.

Ela decidiu fazer esta experiência a fim de comprovar os benefícios da banana para a saúde de uma forma mais rápida e efetiva.

A banana é uma fruta rica fibras.

Ela pode inibir o apetite e nos manter por um longo período, devido à sua boa quantidade de frutose, glicose, sacarose e fibras.

Além disso, as fibras desta fruta são solúveis, o que faz com que ela absorva água e retarde a digestão.

Neste vídeo, Yulia detalha um pouco da sua experiência.

Se você souber inglês, vale a pena assistir.

Depois, continuaremos com esta interessante conversa.


- Ela só comeu bananas maduras.

· Ela bebeu muita água, até 3 litros por dia.

· Ela exerceu as atividades diárias normalmente, mas sem excesso de esforço físico.

· Ela descansou o suficiente, algo muito importante, pois seu corpo passou por uma desintoxicação profunda e uma restauração. 

Os primeiros resultados da monodieta foram notados por Yulia rapidamente: uma melhor digestão e redução de dores de estômago. 

Seus intestinos funcionaram perfeitamente. 

Além disso, ela resolveu todas as questões relativas ao açúcar elevado no sangue (por incrível que pareça, pois a banana é rica em glicose), desequilíbrio hormonal e candidíase, que ela sofria antes do experimento.

Yulia experimentou uma clareza muito forte de espírito, o que lhe permitiu reestruturar tarefas e atividades.

Ela se sentiu equilibrada e positiva.

Sua pele ficou mais macia e brilhante naturalmente. 

Outra ótima consequência do experimento de Yulia: logo depois ficou grávida, algo que ela queria há muito tempo, mas não conseguia porque tinha problemas de fertilidade, que desapareceram durante o tratamento.

Mas calma!

Antes de fazer esta experiência, é aconselhável que você consulte seu médico.

Isso porque, uma monodieta de fruta, apesar dos grandes benefícios à saúde, é muito intensa e, por isso, não é adequada para todos, especialmente as pessoas que têm problema com a glândula tireoide.
32 How to Remove Dark Spots 13
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Date add : 08/13/2015

When we think about what makes us look old, we automatically think about wrinkles.
But one of the biggest signs of aging that gets far less attention is dark spots.

If you have dark spots, you know, they can make you look significantly older than you actually are. And sometimes no matter how hard you try, you just can't escape them. They creep their way to the surface of your skin due to many factors; days spent out in the sun when you were younger, suffering of acne or other skin conditions. And then, of course, there's that inevitable tick of life's clock.

Ever since we've figured out that the appearance of dark spots age your skin, we've been searching tirelessly for the holy grail in erasing them...that one ingredient that can turn back the hands of time.

Now, many skin care experts believe they've finally found it!

It's called The Kakadu Plum. It's an exotic fruit deep from within Northern Australia that scientists are discovering has unbelievable benefits to erase the signs of aging, in particular, those unsightly dark spots most women have been desperately trying to get rid of.

Here's why...
The Kakadu Plum has an extraordinary amount of trace minerals and vitamins including the highest concentration of Vitamin C out there. In fact, it has 100 times more vitamin C than blueberries and oranges!

Vitamin C is hailed as one of the best ingredients for not only combating signs of aging, but being especially effective in significantly reducing the look of dark spots. That's because it's a quintessential brightening ingredient, working by lightening the hyper-pigmentation that sits within the layers of your other words, it fades all those embarrassing dark spots on your face, chest, neck and hands.

In addition, it keeps more spots from developing by preventing inflammation and the production of melanin, which is what causes the discoloration on your skin to begin with. It also adds natural SPF to the skin to keep it safe from further sun damage.

But the problem with most skin care products out there is that they use ascorbic acid, which is a synthetic form of vitamin C. Ascorbic acid and vitamin C are NOT the same thing. Meaning they do NOT have the same, promising anti-aging effects on skin.

What's exciting about the Kakadu Plum is that is offers us a completely whole and natural source of vitamin C, so you are guaranteed to get all the benefits you are SUPPOSED to get out of it. Not only that, but the plum gives you a super high dose of the antioxidant, which maximizes the positive effects on your skin!

In addition to vitamin C, the Kakadu Plum also has a slew of other vitamins including vitamin E and zinc, which work with the vitamin C in fading dark spots.

Vitamin E is an antioxidant that can counteract the effects of free radicals and helps to reduce scaling or roughness, which in turn diminishes the appearance of dark spots. Zinc, on the other hand, helps the body produce collagen and cell re-generation which works on a deeper level to fade any hyper-pigmentation from within the layers of your skin that can come to the surface later.

There are several products already trying to harness the power of the Kakadu Plum but there's one that's recently been released onto the market that seems to really blow the competition away.

It's called Beverly Hills MD Dark Spot Corrector. It was recently developed by two highly sought after Beverly Hills Dermatologists, who use the product on their own celebrity clientele. And it may just be the "holy grail" of dark spots correctors.

It not only utilizes the power of Kakadu Plum, but it also combines it with other natural ingredients like Daisy Flower extract. Daisy Flower extract has also recently risen the ranks in the skin care world as another effective skin brightener. It's been proven to reduce discoloration and give skin a more even-looking, luminous tone.

These natural ingredients work in conjunction with each other to very effectively erase the look of dark spots from your skin for a much more youthful appearance.

And results online seem very promising. Users reported a dramatic difference in the tone and texture of their skin within as little as 2 weeks. It's quickly becoming one of the most successful dark spot correctors on the market and it's most likely thanks to the Kakadu Plum.

If you are interested in trying out the product for yourself, I found a first-time customer discount.

You can see it here: Kakadu Plum Dark Spot Corrector.

25 How to Maintain Good Health in Today's Fast Paced Life 13
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Date add : 02/17/2015
How to Maintain Good Health in Today's Fast Paced Life  

Life demands high performance, every time. And to maintain this level of performance, there are certain parameters that it expects us to maintain; the most important of them being health. If we want to continue life in the way that life expects us to, we ought to take good care of our health. Today's lifestyle and pace justifies the age old saying "health is wealth" to the very letter. 
Maintaining health in this fast paced world is a bebendo_agua.jpg very tiring and demanding task; nobody gets what we call "leisure time" today. 

But health does not recognize the constraints of the present world, and does not adapt to the body's round the clock working mechanism. Your health will not take care of itself; it has to be taken care of as regularly as one can. 
How to Keep Minor Health Problems at Bay?  
"Neglect" forms the very foundation of every health problem known to man. People generally do not have the time, patience or energy to dedicate an hour of the day to exercising. While it is of utmost importance to devote at least 30 minutes from the 24 hours available to everybody to exercise, doing so is often a challenging task. 
Here are a few tips that might help if you (in all possibility) can never manage to hit the gym or the jogging track: 
1.    Have as healthy a breakfast as you can manage. Make sure it has high protein content to keep you from binging through the day. 
2.    Divide your meals; eat frequently (at least 5 - 6 times a day) but keep your portion sizes in check. 
3.    Opt for fruit juices instead of carbonated or fizzy drinks. 
4.    Stay away from junk food. 
5.    Keep dinner light always; you do not need a heavy meal before hitting the sack. 
6.    Give into your cravings once a week; it will prevent you from binge eating without taking away the fun from life. 
With these useful yet easy to follow tips, one can very easily keep minor health problems like acidity, stomach pain, headaches, heaviness, fatigue, and constipation at bay. 
How to Keep Cholesterol Low?  
A few simple methods of keeping your cholesterol levels low are: 
1.    Keep away from foods that are high in fat content 
2.    Carve out time for brisk walking 
3.    Make green vegetables, fruits, organic food and fluids like green tea a part of your diet. 
The Perfect Recipe for Good Health  
While maintaining good health largely depends on the diet you follow and your level of activity and exercise, the right attitude also contributes to your health. The way your mind and body feels can go a long way in prolonging your life and keeping you free from diseases. 

Good food, healthy exercise habits and your general temperament can equally contribute to your overall health; whereas stress and poor health choices can drastically reduce your quality of life. Ultimately, it's the choices you make that matter. 
15 Uma receita caseira a base de quiabo ajuda a combater a diabetes 13
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Date add : 01/11/2014

Parabéns ao Programa Caldeirão do Hulk (Nov/2013) por divulgar uma incrível descoberta de 3 jovens... Corte as pontas e o fundo de 2 quiabos, coloque em um copo com água e deixe dormir, no outro dia retire os quiabos e tome a água...

Diabete vai sumir e suas injeções nunca mais... Tudo foi Deus...Quem criou. quiabo-diabete.jpg

Testado em seres humanos, os resultados, segundo o Caldeirão, foram, assim, milagrosos!

Uma voluntária disse que a glicemia baixou de 300 (!) para 150.

Outro, que caiu de 195 para 94 - e ainda disse que a água de quiabo "fez o papel da insulina, e muito bem feito!".

Compartilhe, com certeza ajudará a muitos !!!

Fonte: internet

8 Veja as 10 maneiras de parecer cinco anos mais jovem 13
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Date add : 12/05/2013

Veja as 10 maneiras de parecer cinco anos mais jovem


Conforme os anos passam, as mulheres desejam voltar no tempo para recuperar o viço e a beleza, já que a idade pode ser uma grande inimiga da beleza.

Por sorte, há diversos truques estéticos que ajudam a rejuvenescer ao menos na aparência. A revista norte-americana In Style listou dez deles, que podem ser copiados sem dor na consciência.

1. Cuidado com a cor: deixe os extremos para a Lady Gaga. "Se for loira e exagerar nas luzes, vai perder os tons dourados e a jovialidade", ensinou o colorista Louis Licari, de Nova York (EUA), que disse que os cabelos muito negros também parecem artificiais.

2. Ilumine com base: aplique base iluminadora nas partes interna e externa dos olhos e na lateral das narinas e nos cantos dos lábios e terá um efeito de lifting, segundo a maquiadora Mally Roncall, de Nova York (EUA).

3. Invista em uma calça bacana: com o passar dos anos não é apenas as bochechas que sofrem o efeito da gravidade, o bumbum também. Jeans stretch são bons aliados para dar um efeito lift nesta parte do corpo, dando suporte às nádegas.

4. Brilhe: anos de escova e chapinha tiram o brilho natural dos fios. Assim, condicionadores com efeito gloss ajudam a trazer o brilho e a saúde dos fios, assim como bons serums capilares.

5. Encontre o sutiã perfeito: não se iluda com números ou propagandas. "Um bom sutiã eleva os seios, deixando o visual alongado e jovem", disse a stylist norte-americana Annabel Tollman.

6. Capriche nos lábios: é inquestionável. Até os lábios volumosos envelhecem e os batons escuros apenas acentuam o fato. Cores mais claras, como rosa, e brilhantes, como gloss, dão a sensação de que os lábios são mais cheios, jovens e macios.

7. Falso lift de olho: para corrigir as pálpebras caídas, a maquiadora Paula Dorf recomendou contorná-los com uma sombra clara perto da linha dos cílios e outra, mais escura, no arco de cima, onde os cílios terminam. "A sombra clara torna o contorno da pálpebra mais visível, enquanto a escura disfarça a parte inchada e flácida, resultando num olhar mais jovial."

8. Esqueça os cosméticos em pó: maquiagem seca faz a pele parecer velha e quebradiça, segundo Paula Dorf, até porque a pele perde oleosidade conforme envelhece. Dê preferência às sombras cremosas, blushs com hidratantes e corretivos líquidos.

9. Olho nas bochechas: "conforme envelhecemos, as bochechas caem", disse o cirurgião plástico norte-americano Gabriel Chiu. Iluminar as maçãs no sentido dos olhos com um blush rosa levemente brilhante ajuda a rejuvenescer.

10. Mescle tendências: aprenda a deixar seu look moderno, investido no inesperado, como um penteado bagunçado, uma jaqueta casual, sapatilhas com um vestido chique e energize seu look.

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Silva Neto
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